domingo, 21 de março de 2010

10 coisas sobre Ghosts

ATENÇÃO: ESSE ARTIGO CONTÉM SPOILERS IMPORTANTÍSSIMOS SOBRE A SÉRIE. SE VOCÊ ESTÁ LENDO E NÃO QUER PERDER A EMOÇÃO DE DESCOBRIR NO DEVIDO TEMPO, NÃO LEIA O QUE VEM A SEGUIR!

- No inicio a série se chamaria Spirits, mas devido a várias conversas do autor com uma amiga intima, foi decidido que Spirits seria o nome do Sindicato dos fantasmas e Ghosts séria o nome da série.

- A série é baseada na série Dead Like Me, tendo vários pontos em comum com a mesma, mas tendo muitos pontos diferentes como: os ceifadores e Lucia e sua gangue do mal.

- Em cada episodio da série há, no mínimo, uma morte. Mesmo assim o gênero da série é aventura, tendo grandes doses de comédia.

- Decididos alguns problemas, Ghosts foi reexibida; sofrendo uma repaginada total na série, assim como: elenco, cenas e etc. Os unicos atores que permaneceram do elenco antigo foram Nicki Aycox, Hannah Murray, Kaya Scodelario, Edward Burns, Azura Skye e a cantora italiana Cristina Scabbia.

- Na primeira versão da serie Dean era interpretado por Jimmy Workman que fazia nada mais, nada menos que Pusgley Addams.

- O personagem principal da trama ainda é virgem.

- Anna seria apenas uma participação especial. Mas devido a uma ideia de mostrar como a vida da familia do Dean seguiria sem ele, o autor decidiu mantê-la no elenco fixo da série. E adcionar novos personagens como o Russel e Michael.

- Os fantasmas da série podem ser vistos em noites de lua cheia, sendo que ainda há algumas exceções, em que as pessoas foram beneficiados com um corpo físico e podem caminhar e conviver naturalmente com as pessoas ainda vivas.

- Não sabemos qual é o rosto do Serial Killer da segunda temporada, só sabemos que é ele, pois ele usa um All Star vermelho.

- As duas temporadas da série começaram na primeira semana de cada ano (2009 e 2010), sendo que a primeira foi ao ar no dia 1 de Janeiro e a outra foi ao ar no dia 2 de Janeiro por motivos de ressaca Pós-Ano novo do autor. (kkkkkkkkkkkkkk)

Freak Out vs. Gossip Girl

Pra começar esse quadro no Seriados Virtuais vamos comparar Freak Out com a série americana Gossip Girl que garanto que nem a autora de Freak Out sabia de tantos fatos em comum, mas enfim... Vamos aos fatos:


Katherine McKenzie vs. Serena Van der Woodsen Garanto que muitos leitores ficarão surpresos com essa comparação, pois acreditavam que Serena tinha o jeito de Sarah e até mesmo de Samantha e não de Katherine. Mas revendo os fatos e colocando as ideias no papel vemos que as semelhanças são grandes. Começando pelo fato de tanto Katy e Serena são it girls que captam olhares por onde passam. Os pais de ambas são separados e ambas têm irmão problemático, quer mais semelhança que essa? Pois aí vem... Sem falar que elas usam o poder de sedução pra conseguir o que quiser e ambas transaram com o namorado da melhor amiga, acho que ta bom né?!

Sarah Jones vs. Blair Waldorf Garotas problemas e cercada de gente falsa, essa seria uma boa definição pra Sarah Jones e Blair Waldorf, mas conhecendo as duas personagens a fundo percebemos que não é só nesses pontos que elas são bem parecidas. Ambas já perderam o namorado graças à melhor amiga, as duas cresceram praticamente sozinhas ao não ser pela dezena de empregados, as mães das duas são grandes artistas, sendo a mãe de Blair uma grande estilista. Embora elas não deixam transparecer elas tem bom coração e elas são determinadas e expõe a sua verdade sem medo. A autora de Freak Out disse que Sarah tem o coração ferido com magoas e perdas, mas deixa o próprio orgulho esconder isso, essa frase se encaixa perfeitamente em Blair Waldorf.

Adam Scott vs. Dan Humphrey Solitário? Geek? Perdedor? Sim essas características caem muito bem em ambos personagens. Adam Scott um novato na cidade que luta pra se readaptar na vida dos riquinhos de Nova York, já Dan Humphrey é antigo na cidade, mas foi passado despercebido pela escola e com a chegada de Serena, ele finalmente é notado. Ambos lutam pra se readaptarem à vida dos novos amigos nova-iorquinos. Mais uma característica em comum são que ambos se apaixonaram pela garota mais popular da escola e passaram por muitas coisas pra conquistar a mocinha. Mas como desenrolar da história Dan começou a se envolver com Vanessa e Adam com Heather, ambas sub-mocinhas. Os dois sempre tentaram manter a família unida e quase sempre obtiveram sucesso. Jogo de cintura e comédia estão no psicológico de ambos personagens.


Daniel PalmWood vs. Nate Archibald Daniel e Nate são os exemplos de bom humor e de amigos do peito, sempre preste a ajudar alguém que precisa. No primeiro dia de aula ele - Adam - fez questão de fazer amizade com o novato Adam, e Nate sempre se simpatizou com Dan Humphrey, mesmo com todos o julgando errado. Os dois passam por problemas na família, Nate quase teve um casamento arranjado, sem falar que o pai que usava drogas, colocou toda a culpa no filho, já Daniel sofre pela ausência na vida do rapaz. Outro fator de grande semelhança é que os dois quando estão apaixonados fazem questão de cuidar da menina e são muito carinhosos com a mesma, e são quase incapazes de faze algo de errado para prejudicar o namoro.


Robin Becker vs. Chuck Bass A maior comparação entre os personagens das duas séries ficam a cargo dessa dupla. Robin e Chuck têm tudo que querem e buscam sempre o que querem, e não dão importância pelas consequências. Mas eles também amam, Robin morre de amores por Katherine e Chuck entrega o amor todo a Blair. Robin usa drogas e é sempre alertados pelos amigos para parar de usá-las, já Chuck passou dessa fase de drogas, mas não desperdiça um bom Martini. As comparações não ficam só por conta dos dois, os pais dos rapazes na ficção também se parecem um pouquinho Alexander Becker e Bart Bass são dois homens muito ricos e que usa esse fator como manipulação do filho. Por sorte Bart Bass já bateu as botas, mas assim como Alexander Becker ele ainda continua pegando no pé do filho, mesmo que seja só em visões.

Heather Fisher vs. Jenny Humphrey Em primeira vista Heather e Jenny não têm muita coisa em comum, mas as duas jovens são determinadas e muito talentosas. Heather tem o seu amor pela música e tenta levar a vida cantando, já Jenny tem talento pela moda, fazendo belos vestidos e até promovendo desfile clandestino. Heather é encantadora e humilde, assim como Jenny na primeira temporada da série, mas Jenny acabou virando popular e rebelou, agora é esperar pra ver se Heather também irá ficar rebelde, como a loirinha de Gossip Girl. Assim como Jenny, Heather já atrapalhou um casal de namorados.

Samantha Scott vs. Georgina Sparks Assim de cara vemos mais semelhança entre Samantha e Serena, mas se aprofundando ao personagem vemos que Samantha é tão maléfica quanto Georgina. As duas aprontam todas, e o maior prazer da vida delas é atrapalhar a vida de Sarah Jones e Blair Waldorf. Garotas problemas botam medo em todos e não tem medo de nada, ou melhor, quase nada, assim como Georgina que tem medo dos pais, Samantha costuma não confrontar os pais, embora seja rebelde com os mesmos. Sam e Georgina passaram um tempo bancando a boazinha, porém isso logo muda, afinal “the bitch is back!”


Dando a cara, por Paullo Torquato

O mundo atual é controlado pelo dinheiro, é FATO, dinheiro vai, e dinheiro vem, é um ciclo infinito. Pra ganhar dinheiro, você precisa gastar dinheiro, e vice versa. Sem dinheiro, o mundo para, simplismente, e nada mais progride.


No mundo virtual, a coisa não é muito diferente. Os autores escrevem as séries para satisfazer o público, não só como um hobby de fins de semana, mas sim com o objetivo de agradar o leitor que espera por episódios novos. E o comentário é o dinheiro do mundo das séries virtuais (em uma suposição MUITO supositória –hã?), se você escreve, e recebe comentários, como já diria Bah: se o leitor disser que o episódio foi ‘legal’, o autor já se sente satisfeito por saber que tem gente interessada no trabalho dele. Agora, quando um comentário vem cheio de críticas (construtivas, por favor), opiniões e sugestões, aí sim a coisa melhora, é como se o autor recebesse um bônus, ele vai saber o que melhorar no próximo episódio, e quais rumos ele pode dar a história, e também vai ficar empolgado para escrever o próximo episódio, por saber que tem alguém lá esperando pra saber as melhoras que serão feitas. Se o leitor não comenta, esse ciclo é interrompido, o autor vai continuar cometendo os mesmos erros sempre, porque não vai ter ninguém pra dizer que está errado, então, o ciclo se interrompe.

Outra opção válida é a troca de comentários (comento, logo, serei comentado), você lê o episódio de alguém, e a pessoa lê o seu, se torna um clube da leitura, e gera discussões no MSN sobre o que pode melhorar em ambas as séries, é muito produtivo, e gera resultados.


Também existem os autores novos, que lêem séries que já estão no ar para aprender com os colegas, e no começo cometem muitos erros de escrita, etc. Mas que sempre contam com o apoio do pessoal da BETA, e acabam melhorando, mas isso também depende de uma divulgação legal, etc e etc. É, meus amigos, olhando de uma forma atual, o mundo das séries virtuais gera uma discussão legal sobre geografia, HSUAHSUAHSUA, a coisa é bem mais complexa do que se parece.


Então, concluindo, ler (e, consequentemente, escrever) séries virtuais é um ciclo de leitura / comentários / escrita, o problema é que muitos pulam essa parte dos comentários, o que gera um efeito dominó, e os comentários vão chegar a beira da extinção (exagerei?), então, se você é serialista (=ambientalista (?)), comente sim, e comente consciente, porque todos ficam felizes, e a roda do mundo virtual continua a rodar (:.


Paullo Torquato, exclusivamente de Nova York, dos sets de gravação de Destination: New York, para o seriados virtuais.

Entrevista: Felipe Figueira

1 - Como conheceu o universo das séries virtuais? De onde vieram as idéias para escrever Over, sua primeira série?
Bem, eu sempre gostei de escrever e minhas amigas diziam que eu era criativo. Eu também fazia teatro (faço até hoje), e escrevia alguns enredos. Minhas amigas, sabendo disso, pediram que eu escrevesse um roteiro, pois iria valer como um trabalho de aula para elas, valendo nota e tudo o mais. Ok, eu disse. Fiz o enredo, e tive vontade de dar continuidade a essa estória... Então veio a ideia de torná-la uma série. Foi aí que procurei, no orkut, por séries virtuais, e ingressei na velha "Séries Virtuais" (que já deu o que tinha que dar, né).

2 - Desenterrei uma postagem em um dos tópicos de comentários da sua antiga série Over em que você dizia assim: “Na real... Não tem um protagonista que sobreviva nas minhas mãos. Redação de escola, série... Sempre mato alguém :) HAHIAUIHAU”. Diante a esse comentário, o que podemos esperar dos próximos e ultimos episódios da sua série Apolion, seria uma exceção ou também ocorrerão mortes? Algum pequeno spoiler pode ser liberado ao publico?
O que eu poderia dizer? É o fim dos tempos. Mortes são inevitáveis, certo? Entretanto, pretendo deixar a Kate viva, tenho alguns planos para ela. Agora se outros personagens fixos irão morrer isso já é outra história... (risos)

3 - Hum.... Mas e quanto a você, o que faria se estivesse dentro da trama de Apolion, soubesse que o mundo acabaria... Quais seriam sua ultimas ações, o que gostaria de fazer antes de morrer?
Essa é uma pergunta complicada. Acho que antes de tudo, eu iria resolver todos meus conflitos, e casos interminados... Assim morreria em paz. E, é claro, passaria meus últimos dias torrando todo meu dinheiro, principalmente em roupas, claro, meu vício. Procuraria viajar também, se fosse possível, ou melhor, se fosse seguro.

4 - Você tem algum projeto para nova série após Apolion?
Ah, tenho sim, mas quero desenvolvê-lo com calma, quero trabalhar bem em cima dele. Já posso adiantar que o nome que tenho em vista para a série, seria "Opposite sides in common". Mas, tudo pode mudar, é claro.

5 - Então podemos dizer que Apolion não será seu encerramento no mundo das séries virtuais, podemos esperar por mais projetos seus? Sua primeira série virtual foi do gênero Teen, a segunda de Ficção Cientifica... Esse seu próximo projeto seguirá que gênero? Pode soltar mais alguma informação sobre ele?
Exato, Apolion não será meu encerramento, apesar de que este ano devo estar focado no vestibular, portanto, pode ser que "OSIC" demore um pouquinho. Pois bem, o gênero? Eu diria que é uma mistura de Chick-lit e teen. Me inspirei em séries como Beautiful Life, e principalmente o filme O diabo veste Prada. A partir daí, já dá pra ter uma noção de como a série será não? E tenho em vista dois protagonistas, um rapaz e uma mulher (não, não serão um casal. Eles, na verdade, nem se conhecem), então a série mostrará ambos os lados, ambas as vidas... Isso justifica o nome da série. E uma das coisas que ambos têm em comum, seria o fato de escreverem em um diário virtual, uma espécie de blog (a mulher escreveria para o "Guardião de memórias", e o rapaz para o "Fortaleza digital"). É... acho que já falei bastante!

6 - Você tem alguma dica para curar "bloqueios" na hora de escrever?
O que faço para quebrar meus bloqueios (ou tentar, pelo menos), é o seguinte: Procuro me desligar de tudo... Esqueço msn, orkut, twitter... Fico sozinho no meu quarto, ouço músicas instrumentais que me lembrem minha série, e começo a lembrar dos planos que eu traçava para a série, onde parei de escrever, o que posso acrescentar... Assim vai surgindo um esboço do episódio. Se eu realmente me empolgar, aí dou um basta no bloqueio, e da-lhe escrever, mas senão... Broxo!

7 - Se pudesse colocar algum personagem de série real em Apolion, qual seria? Por quê?
Acho que o Dr. House. Ele poderia, quem sabe, entender melhor como o vírus Apolion age dentro do corpo humano e, assim, dar um basta no vírus. (Mas se fosse de série virtual, colocaria a Rafaela, de Raíza, com certeza. O motivo? Pra ela morrer logo)

8 - Na premiação Beta Virtual Series Awards que aconteceu mês passado na BETA, Apolion concorreu em Melhor abertura, Melhor personagem masculino e Melhor série de ficção, porém a série não conquistou nenhum dos prêmios. Achou que houve alguma injustiça com o resultado, esperava mais reconhecimento da série ou achou que devia ter concorrido em outras categorias?
Não, acho que não houve nenhuma injustiça, não fiquei chateado de forma alguma. Já fico feliz pelas indicações, e acho que isso já é uma vitória, um grande reconhecimento. Perder alguns prêmios não me desanimou, apenas me motivou a melhorar.

9 - Além de escrever, o que mais é do seu interesse?
Gosto de atuar, e de ler também. Bastante, aliás. Ano passado foram 57 livros lidos pra minha coleção. Ainda nos meus interesses, gosto de trabalhar com edição de fotos, e coisas voltas à área de publicidade e propaganda. Além disso, há muitas coisas pelas quais me interesso, mas estão mais para hobbies, e não vamos extender muito esta resposta, né?! (risos)

10 - Quando escolhe a trilha sonora do episódio você usa somente músicas que você conhece e são do seu gosto ou prefere conhecer novas músicas para colocar na série?
Procura sempre expandir minha "soundtrack pessoal". Baixo trilha sonora de alguns filmes, pesquiso por novas músicas, bandas... Senão, só ia tocar Britney em Apolion, Lady Gaga (música de traveco, segundo minha mãe, ri muito quando ela falou isso. Apesar disso, ela gosta)...

Pergunta besta extra : Prefere manteiga ou margarina?
Margarina palmas/

TOP TOP | The Book of Darkness

ATENÇÃO: ESSE ARTIGO CONTÉM SPOILERS IMPORTANTÍSSIMOS SOBRE A SÉRIE. SE VOCÊ ESTÁ LENDO E NÃO QUER PERDER A EMOÇÃO DE DESCOBRIR NO DEVIDO TEMPO, NÃO LEIA O QUE VEM A SEGUIR!

1 - O show de Melissa e Henry no festival de Hydrus (1.16 Insiders)
O momento mais emocionante de toda a série com certeza foi esse. Depois de lutar muito para reconquistar Melissa (Mandy Moore), finalmente a garota se rendeu a Henry (Mike Vogel), na frente de uma platéia imensa. Antes de soltar a voz, Melissa conversou com a platéia e explicou o motivo da escolha da música. Have A Little Faith In Me representava a confiança que Henry queria e que finalmente ela estava devolvendo a ele, dando mais uma chance ao relacionamento dos dois. Melissa fez uma declaração de amor a Henry ao vivo, em resposta a toda a atenção que ele vinha demonstrando. Outro ponto interessante foi a presença de três personagens misteriosos, que escolheram o casal para algo ainda não revelado. O que será?

2 - Gwen contra o viking no castelo de Pandora (1.20 Shine The Lights)
A novata da série Gwen Breeze (Leighton Meester) protagonizou uma das cenas mais hilárias de The Book of Darkness. Ao ir para o passado com Lara (Alexz Johnson), elas se viram em uma guerra pelo poder do reino de Pandora, envolvendo vikings, guerreiros e dragões. O momento que se destaca é a cena em que Gwen e os feiticeiros Orpheus (Ryan Kennedy) e Morgana (Anna Paquin) são atacados por vikings enquanto estão no meio de um ritual. Ridicularizada por um dos vikings, que a chama de garota mimada, Gwen se irrita e consegue derrubar a espada do inimigo com o escudo de uma armadura. Quando ele vai pegar sua espada, a garota pega o capacete da armadura e bate na cabeça do viking, que cai zonzo no chão. A forma como Gwen enfrenta o guerreiro é muito cômica, mas o que acontece em seguida é que traz ainda mais graça para a cena. Ela satiriza a ofensa do inimigo dizendo “Quem é a garota mimada agora?”, mas em seguida pega o escudo e joga para Orpheus, que enfrenta o outro viking nesse momento. O problema é que, por ser pesado, o escudo para no meio do caminho, bem em cima da mesa de rituais, quebrando-a. É ou não é uma atitude de garota mimada?

3 - O enterro de Henry e Claire (1.07 Gone)
Ao som de Endless Summer, de Ashlee Simpson, o enterro de Claire e Henry no episódio 1.07 foi cheio de emoções. O interessante é que a cena é contínua, ou seja, os diálogos acontecem sucessivamente de acordo com o movimento da câmera ao trocar o foco entre os núcleos de conversa, registrando a reação de todos diante da perda. Para os desavisados de plantão, o casal morreu por causa de um feitiço que deu errado e os deixou suscetíveis ao ataque de monstros na floresta, onde se encontravam às escondidas para trair seus respectivos namorados – Melissa e Nick. Outro marco da cena foi uma das primeiras conversas civilizadas entre Lara e Spencer, que se odiavam então. Destaque para Melissa inconformada tanto pela perda quanto por descobrir a traição.

4 - A revelação da identidade secreta de Mistery (1.13 Revelations)
Durante os episódios anteriores, pistas foram deixadas sobre quem seria o misterioso vilão mascarado que acompanhava Artemis na busca pelo Livro das Trevas e o momento da revelação veio na hora mais turbulenta possível. Enquanto Lara descobria que era adotada, Mistery se fez passar por seu irmão gêmeo, Spencer e fez com que Lara entregasse a ele o livro. Ninguém poderia dizer que não era Spencer, até que, conversando com o verdadeiro caçador, a jovem descobriu que entregou o livro à pessoa errada. Spencer, que recém descobriu sobre a existência de um irmão gêmeo, percebeu de imediato onde estava o parente perdido. Enquanto isso, Ace Omes Terry (Mistery vem da alusão ao sobrenome) se vangloriava com Artemis por ter finalmente conseguido o Livro das Trevas, apesar do fato de agora todos saberem quem é ele.

5 - O encontro de Melissa e Nick com a Fênix (1.12 Fire’s Air)
Ao descobrir penas vermelho-douradas na casa de Nick, ele e Melissa suspeitam que a fênix não seja só uma lenda, suspeitando que ela viva na montanha mais alta da região. Com isso, eles investigam o lugar e encontro um ninho dourado com um ovo grande, sendo, em seguida, surpreendidos por uma grandiosa ave mitológica. Seus questionamentos são sobre os motivos que levaram a espécie a ficar escondida por tanto tempo, quantos espécimes existem e se o animal seria capaz de falar com os humanos, como uma das variações da lenda afirma. Essas perguntas são respondidas no fascinante encontro com a fênix, que emana uma áurea dourada e exuberante e se mostra extremamente arisca à presença de humanos. A atitude não poderia ter um motivo mais óbvio, visto que, assim que a ave levanta vôo com Mel e Nick, o santuário é invadido por outra pessoa má intencionada.

Rulebreakers

Como o nome já diz o “Série em destaque” irá destacar uma série em questão. Portanto vamos começar com Rulebreakers que é uma série teen de autoria à Bruno Araújo, que com quinze episódios já escrito Rulebreakers já tem segunda temporada garantida e os rumos parece agradar o autor e principalmente os leitores da série.

Conhecida pelo seu grande número de personagens, Rulebreakers foca a vida basicamente de seis jovens: Kelly (Taylor Swift), Adam (Ed Westwick), Clarie (Emma Roberts), Alex (Ed Westwick), Billy (David Henrie) e Johnny (Lucas Till), que moram em Irvine uma pequena cidade litorânea. Como o próprio autor da série diz: “Rulebreakers é baseada na vida, nas pessoas comuns e seus cotidianos do dia-a-dia” a série traz tramas polêmicas como: um casal homossexual, prostituição na adolescência e uma jovem psicopata.

Kelly e Clarie disputam a preferência dos fãs. Uma muito boazinha e outra totalmente maluca que não mede seus esforços e sempre arma planos pra acabar com a vida de alguém. Há quem prefere Kelly, por não aprovar as atitudes de Clarie. E a quem preferia Clarie por movimentar a série. Portanto garanto que o Team Clarie é bem maior que o Team Kelly, tanto que Clarie foi indicada a "Melhor Personagem Feminino" na Beta Series Virtual Awards desse ano.

A série teve bons momentos como à primeira relação amorosa entre Billy e Johnny que foi tratada com seriedade e não como mais uma relação sexual na série. Outra cena muito importante da série foi a cena da morte do sequestrador de Kelly no episódio 1x11 (intitulado como And When The Lights Go Down... ) onde Danny e Adam foram atrás do sequestrador. Adam acabou sendo pego ao encontrar o sequestrador, mas Danny veio breve e matou o mesmo com alguns tiros nas costas. Outro momento marcante foi quando o Alex dopa Adam – seu irmão gêmeo – e desaparece com o mesmo no dia que ele ia finalmente se encontrar com Kelly.

No Brasil a série também fará a história. Um personagem misterioso chamado Stephen irá mexer com as estruturas da série. Segundo o autor, ele é um personagem que está camuflado em Copacabana. É um adolescente de 16 anos, não trabalha e leva a vida como sempre quis. Mas irá se envolver com algum núcleo central da série que migrará pro Brasil na segunda temporada

Em conversa com o autor eu perguntei o que ele mudaria em Rulebreakers ele foi categórico: “Mudaria o piloto e alguns núcleos! Fui muito criticado por usar “rs” e “hehe”, mas esse é o meu jeito de escrever e não vou mudar...”

A seguir a abertura da série: